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A vigilância de direitos humanos do país caracterizou que a política de “proibição de crianças” – que proíbe crianças de frequentar locais privados – como um ato de discriminação.

A Comissão Nacional de Direitos Humanos da Coreia afirmou na que aconselha donos de restaurantes a liberarem a entrada de crianças menores de 13 anos.

De acordo com a vigilância de diretos humanos, um requerente visitou um restaurante em Jeju com sua família, incluindo uma criança de nove anos, em setembro do ano passado. Contudo, o restaurante pediu que se retirassem porque crianças abaixo de 13 anos não eram permitidas. Ele, então, registrou uma reclamação junto a comissão de direitos humanos.

O restaurante alegou que optou por proibir a entrada de crianças devido ao risco de acidentes e para evitar problemas para os demais clientes.

Apesar de reconhecer o direito de estabelecimentos comerciais de gerirem seus negócios de modo livre de acordo com o 15o artigo da Constituição, a comissão disse que tal reconhecimento não foi atribuído sem limites.

O restaurante vende comida italiana, como macarrão e filé, e não é um local perigoso para o físico e psicológico das crianças,” afirmou a comissão. “Nem todas as crianças e acompanhantes representam danos em potencial para o dono do restaurante e seus clientes.

A vigilância de direitos humanos disse que os proprietários devem ser sensatos se desejam excluir um certo grupo de pessoas de seus serviços.

Existem clientes rudes que causam problemas aos demais, mas uma proibição completa é uma generalização irracional,” afirmou a comissão.


Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores orignais e não refletem necessariamente a opinião do KOREAPOST.




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