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O Koreapost iniciou uma série de reportagens sobre os grupos finalistas do KDT. No Especial Vida de Cover vocês irão conhecer um pouco mais destes grupos que nos surpreendem e emocionam a cada evento. Hoje conheceremos o grupo ATLAS!

O ATLAS Dance Group iniciou suas atividades em 15/04/2016. O grupo principal é composto por 7 meninos (mas tem uma parte do grupo que é mista e tem 17 integrantes).

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O grupo iniciou-se quando 4 meninas queriam dançar a musica da Stellar, Sting e precisavam de 4 backdancers. Nessa época, também já estávamos procurando 4 meninos afim de montar um grupo mais tarde.

Nosso grupo principal, que é formado por 7 meninos, no momento conta com os seguintes integrantes:

Fabio Nikki
Fabio Nikki

Fabio Niki, 21 anos, estudante de engenharia de produção cuja aspiração na vida é se formar logo e buscar sempre se divertir com seus amigos fazendo o que mais gosta – dançar.

Vinicius
Vinicius

Vinicius, de 17 anos, o maknae, no momento apenas dança mas pretende  conseguir certa fama com o Atlas e participar dos maiores eventos de dança do mundo sem ser de cover.

O Yukki ainda não tem foto oficial porque é novo no grupo.
O Yukki ainda não tem foto oficial porque é novo no grupo.

O Yuuki de 20 anos, cursa o segundo ano de Letras-Japonês na UFPR. O foco é no futuro se tornar tradutor e professor de língua e cultura japonesa.

Vitor
Vitor

O Vitor Buchoski de 19 anos, estuda biologia e dá aula de kpop. Morar na Ásia e abrir uma escola de dança, são suas aspirações.

Cheng
Cheng

Já o Cheng Hao Liu, de 20 anos, estuda letras e trabalha e sonha em abrir o maior restaurante da América Latina.

Paulo Fernando
Paulo Fernando

O Paulo Fernando, de 20 anos, trabalha e deseja viver no meio da arte, envolvendo música, dança, teatro e afins.

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Por fim, o Lucas Ambrosio, de 17 anos, é estudante do terceiro ano do ensino médio, mas já trabalha e sua aspiração de vida é ser um bom designer, streamer e dançar como o Ten do grupo NCT.

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Ser cover não nos atrapalha tanto, cada um vive sua vida normalmente, apenas dedicamos nossos domingos para dançar. Nossas famílias nos apoiam.

Em relação às decisões e os rumos do grupo nós primeiro vemos em qual temos vontade de competir e vemos a questão monetária, se todos tem condições de ir e tudo mais. Para a coreografia é feita uma votação – a coreografia mais votada geralmente é a escolhida. Quando o figurino é mais simples, a gente tenta improvisar com as roupas que temos, mas quando é mais complicada ou quando temos um concurso de grande porte, procuramos mandar fazer em costureira.

Temos vários grupos cover que nos servem de inspiração – Warzone, Fix2u, Beat U, Legends, Beat Eaters, enfim, aqueles grupos que tem mais anos de dança, sempre nos inspiraram. Tem muitos mais grupos ainda que não citei.

A maior dificuldade enfrentada hoje em dia para a maioria é a questão do dinheiro, os gastos com viagem, figurino e afins, às vezes pesa um pouco no bolso, mas nada que não possamos resolver, ajudando um ao outro.

Na questão dos eventos para covers, achamos que o Brasil perde apenas pra Ásia. Nosso país tem potencial pra ser o melhor no cover, basta olhar o nível de nossas competições. O brasileiro tem aquela essência de fazer bonito sempre. Em questão de melhoria, falando de eventos em nosso estado (somos de Curitiba, no Paraná), pois não temos total conhecimento da organização em outras cidades, deveria ter uma melhor estrutura e maior abertura no quesito cover, como dividir as competições em categoria, trazer o canto para esses eventos, e outros tipos de performances.

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A maior realização do grupo até o momento é estar na final do KDT, o maior concurso de kpop cover do Brasil. Para todos nós é uma honra dividir palco com grupos que admiramos e temos como exemplo, e ainda por cima poder mostrar nosso trabalho fora de nossa cidade.

Além disso, a amizade dos integrantes, as viagens que fazemos juntos e toda a diversão que o grupo proporcionou para nós, além da participação no Anime Gakuen são de grande valor para nós.

Nosso principal plano para o futuro é crescer tanto no trabalho em equipe, quanto na dança e na fama!

Texto provido pelo grupo, mediante algumas perguntas enviadas pelo Koreapost.

Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores orignais e não refletem necessariamente a opinião do KOREAPOST.




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Simone Sparsbrod
Simone Sparsbrod começou a se interessar, pesquisar e estudar sobre a Coreia do Sul depois que a filha Eduarda resolveu (de qualquer maneira) ir fazer faculdade lá (um dia) e se apaixonou pelo país. Corredora, adotou a música coreana como trilha sonora em seu ipod quando está nas pistas. Das 08 às 17h é Secretária Bilíngue numa multinacional. No resto do tempo ocupa-se do que realmente ama – sua família, seus gatos e escrever!

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