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O Koreapost iniciou uma série de reportagens sobre os grupos finalistas do KDT. No Especial Vida de Cover vocês irão conhecer um pouco mais destes grupos que nos surpreendem e emocionam a cada evento. Hoje conheceremos o grupo WARZONE!

O grupo originou-se de um outro grupo que existia do qual 3 integrantes faziam parte – Vinny, Lucas (ex-integrante) e Yago. Quando esse grupo acabou, os três decidiram que não queriam parar de dançar e resolveram chamar mais dois meninos para juntos formarem o Warzone.

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Sobre os integrantes atuais: o Yago está desde sempre, assim como o Vinny (que se encontra em hiatus por estar morando temporariamente em Goiânia). O Calvin apareceu em um ensaio do Warzone e começou a se entrosar como quem não queria nada… O Leo mora no mesmo condomínio que o André (ex-integrante) e assim como o Will, entrou por indicação do mesmo. O Igor foi convidado a se juntar ao grupo após a saída de alguns integrantes e o Cody, primeiro substituiu o Koity (ex-integrante) nas apresentações no Raul Gil para depois entrar mesmo no grupo.

Todos os rumos do grupo são decididos por meio de votação e reuniões e o figurino depende muito do conceito usado pelo grupo do qual estão fazendo o cover. Às vezes eles dão um jeito com roupas de casa mesmo e outras têm que mandar fazer. Quanto às perguntas do Koreapost sobre como conciliar a vida normal com a vida de cover, o apoio da família, às inspirações e aspirações na vida e sobre o nível dos concursos de cover no Brasil, cada integrante respondeu à sua maneira:

WILL

Will, 22 anos. Estudante de História. “É bem difícil conciliar os textos da faculdade com os ensaios de final de semana hahaha… Eu sempre fico com matéria acumulada, mas eu me desdobro pra conseguir fazer as duas coisas. Meus pais apoiam e gostam bastante das apresentações, mas acho que não levariam a sério caso eu tentasse me envolver profissionalmente com algo mais artístico como dança ou canto“.

Calvin
Calvin

Calvin(C-Trix), 22 anos, Operador de Maquinas Gráficas e Aspirante a Coreógrafo. “Concilio a vida de cover com o tempo que me sobra no final de semana, pois meu horário de serviço é puxado. Demorou um tempo para minha família me apoiar, mas hoje em dia eles apoiam. Me inspiro nos grupos: Quest Crew, Kinjaz, Jabbawockeez, Infinite e Exo. A maior dificuldade enfrentada pelos grupos hoje é o preconceito com grupos novos e a rixa desnecessária com outros grupos. O nível cresceu bastante desde quando comecei nesse meio. Há alguns pontos a melhorar, mas acredito que tudo vai se aperfeiçoando com o tempo“.

YAGO
Yago

Yago (Tiger), 21 anos, Estudante de Educação Física e Aspirante a Coreógrafo.Assim como a maioria dos integrantes que fazem faculdade ou trabalham, tenho dificuldades para conciliar a vida pessoal e a dança, mas se você quer algo de verdade, é só se esforçar, sempre com o pé no chão pra não querer abraçar o mundo. Minha mãe me apoia demais em tudo que eu me meto a fazer, tudo que eu tenho hoje na vida, devo a ela.

Eu comecei a gostar de dança por causa de Michael Jackson, Britney Spears e Backstreet Boys, mas tento tirar inspirações de tudo que vejo atualmente, como mais recentemente, é o caso do integrante Ten, do grupo NCT. Dificuldades acho que há muitas, desde preconceito pelo estilo, conciliar horários, até a dificuldade de eventos pra se apresentar. Em termos de concursos, hoje em dia o nível do Brasil é um dos melhores no mundo. Obviamente ainda tem os Tailandeses que são os melhores, mas acho que o Brasil já cresceu e tem mais ainda a mostrar.

A maior realização do grupo, sem dúvida, é ouvir das pessoas que nós as inspiramos. Pro futuro prefiro deixar acontecer ao invés de criar expectativas.

Igor
Igor

Iguinho, 20 anos, Trabalha e Estuda Administração. “Minha aspiração é poder conhecer o mundo e ajudar as pessoas. Faço as tarefas e deveres que tenho de fazer para que não atrasem minhas atividades, evito deixar as coisas para depois. Trabalhar e estudar ocupa todo o tempo da minha semana e os ensaios e compromissos de cover tomam o meu tempo de final de semana. Vida normal eu não tenho muito. Minha família me apoia sim. Sobre inspirações – Kinjaz, Jabbawockeez, Quest Crew, Mos Wanted Crew, Super Crew, I.am.Me, Les Twins, Red Bull All Stars, Keone and Mari Madrid, Poreotics e Dragon House.

As maiores dificuldades que vejo é a variedade de grupos de K-Pop e a quantidade de grupos covers que vem crescendo a cada vez mais, com maior nível. Acho que os concursos estão ficando com um nível de exigência cada vez mais alto, de alta qualidade. Acredito que o incentivo à dança e ao aperfeiçoamento poderia ser algo que os concursos poderiam visar, como aulas de dança e apresentações especiais em eventos“.

Cody
Cody

Cody, 19 anos, Produtor de Conteúdo e Estudante de Teatro. “Aspiro ser um ator renomado e influente, e inspirar pessoas. Minhas obrigações pessoais são durante a semana, enquanto o final de semana é focado para os ensaios e apresentações. Atualmente minha família me apoia na vida de cover e Youtuber. Michael Jackson é minha religião. Acredito que a maior realização do grupo seja o reconhecimento e a evolução constante. Para o futuro penso em viajar para realizar apresentações importantes e atingir públicos cada vez maiores.

Leo
Leo

Leonardo, 18 anos. Estuda e se prepara para o vestibular.Durante a semana tenho curso, mas no tempo livre repasso as coreografias do grupo. No fim de semana são os ensaios coletivos. Minha família apoia e até comparece a algumas apresentações e incentiva.

Os grupos que eu mais gosto são BTS, GOT7, DBSK e Monsta X. O nível das competições está bem alto e vem crescendo cada vez mais. Para mim a maior conquista é ter um grande reconhecimento no meio e pro futuro eu gostaria de tornar o grupo algo profissional”.

O Warzone ter se tornado reconhecido no meio do K-Pop Cover e tem incentivado outras pessoas que gostam de K-Pop no Brasil. Para o futuro, desejam alcançar pessoas de outros países e viajar para fora.

Texto provido pelo grupo, mediante algumas perguntas enviadas pelo Koreapost.

Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores orignais e não refletem necessariamente a opinião do KOREAPOST.




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Simone Sparsbrod
Simone Sparsbrod começou a se interessar, pesquisar e estudar sobre a Coreia do Sul depois que a filha Eduarda resolveu (de qualquer maneira) ir fazer faculdade lá (um dia) e se apaixonou pelo país. Corredora, adotou a música coreana como trilha sonora em seu ipod quando está nas pistas. Das 08 às 17h é Secretária Bilíngue numa multinacional. No resto do tempo ocupa-se do que realmente ama – sua família, seus gatos e escrever!

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