It’s Okay to Not Be Okay| Hangul: 사이코지만 괜찮아
ANO: 2020 | Episódios:16 | Emissora Original: TVN – Distribuído pela Netflix


Olá pessoas tudo bem com vocês?? Espero que sim.

Enfim hoje trago para vocês um dorama direto do forno, hahaha acabou dia 09, semana passada.

Em português “Tudo bem não ser normal” e traduzindo literalmente do hangul – “Psicopata, mas tudo bem”. Cada personagem é muito bem trabalhado e a forma que ele se desenvolve do começo ao fim é bem consistente e constante. Devo admitir que não consigo imaginar os papéis sendo interpretados por outros atores, logo vou começar por eles, afinal de contas eles merecem serem destacados

Ko Moon-young (Seo Ye-ji que por sinal está lindíssima e super estilosa) é uma escritora de livros infantis, no estilo Tim Burton, que por conta do seu passado difícil com falta de afeto e abusos, se torna uma pessoa excêntrica, anti social, egoísta e possessiva, que apesar de linda e rica é muito solitária.

Moon Gang-tae (Kim Soo-hyun) que é órfão, inteligente, lindo, generoso e está sempre se preocupando com o próximo, é um cuidador que trabalha em um hospital psiquiátrico, que, por conta de seu passado também dolorido, decidiu viver sua vida dedicada a cuidar do seu irmão autista – a tal ponto que não pensava em nada, além de cuidar do seu irmão, tornand-se indiferente e insensível quando o assunto são suas próprias emoções. Sem perspectiva de futuro e não se vendo no direito de amar, ser feliz ou ter uma vida normal, acabou se tornando apático quando se trata de si mesmo.

Moon Sang‑tae (Oh Jung‑se, em uma atuação fantástica inclusive) o irmão mais velho de Moon Gang-tae é ingênuo, puro e autista, além de fã da escritora Ko Moon-young. Ama ler livros infantis e desenhar. Quando criança, presenciou um assassinato o que torna a vida dele e do irmão ainda mais difícil, sempre fugindo, os irmãos vivem se mudando de cidade em cidade por conta do trauma.

Então, o dorama mostra o dia a dia do cuidador de um hospital psiquiátrico Gang-tae com um irmão autista Moon Sang‑tae que acabam se envolvendo com uma escritora de livros infantis Moon-young. A cada episódio é mostrado um trauma de cada um e a forma com que eles tentam lidar com ele. O dorama nos mostra a dor e dificuldades dos pacientes,  assim como também as dores e dificuldades das pessoas mais próximas.

Já assisti muitas séries sobre problemas psiquiátricos e gosto da forma como esta em especial trabalha cada um deles, traumas e dificuldades fazem parte das nossas vidas e a forma com que lidamos com isso faz toda diferença. A série nos mostra que apesar de todas as dificuldades, uma pessoa com problemas psiquiátricos pode amar, trabalhar, ter amigos, e ser feliz e que família são aquelas pessoas que nos amam e cuidam de nós, aceitando todas as nossas diferenças, dores e dificuldades, criando um laço muito além do sangue.

Se permita ser feliz, compartilhe suas dores e traumas, procure ajuda, desabafe, fale o que te incomoda, o que não te deixa confortável ou não te faz feliz. Todos nós temos dores e traumas e você não precisa seguir padrões – seja você mesmo, está tudo bem não ser normal.

Espero que tenham gostado.

Se já assistiram e gostaram, e querem ver outro dorama sobre problemas psiquiátricos super-recomendo It’s Okay, That’s Love. A estória de uma psiquiatra e um romancista Dj de rádio com um elenco fantástico composto por Jo In Sung, Gong Hyo Jin e D.O integrante do grupo EXO.

E pra quem se tornou fã do Kim Soo-hyun e quer ver mais doramas com ele, Moon Embracing the Sun é lindoo e me fez chorar litros.

Um grande abraço, fique com Deus até a próxima!


Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores orignais e não refletem necessariamente a opinião do KOREAPOST.



2 COMENTÁRIOS

    • Olá Ingrid!! Obrigada pelo seu comentário!! A nossa coluna de recomendação de doramas é escrita por várias autoras diferentes, mas todas muito apaixonadas por dramas!!Como certeza, conseguem fazer de todas nós potenciais dorameiras, além do que, os dramas em si são mesmo incríveis, não é mesmo? Obrigada por curtir o Koreapost!

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