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Terça de KP Travel! Depois de conhecer o Parque Namsan em Seul, o destino de hoje é Suwon, capital da província de Gyeonggi-do que abriga o Forte Hwaseong e sua imponente muralha.

Na história do país, Suwon prosperou e sobreviveu aos eventos históricos. Mas, as mudanças de nome são um aspecto muito curioso. Suwon começou como uma pequena vila na época que existiam vários grupos tribais, foi primeiramente chamada de Mosu-guk. Durante o período dos ‘Três Reinos’, o território que atualmente engloba Suwon e a área de Hwaseong passou a chamar-se ‘Maehol-gun’. No ano 757 o Rei Gyeongdeok da dinastia Sila nomeia a cidade de Suseong-gun. Depois, lá ano de 940, na Dinastia Goryeo, o nome muda de novo e passa a ser Suju. Até que em 1413, o Rei Taejong renomeou a cidade para Suwon.

A região também superou eventos como a passagem das Guerras Imjin, que foram as invasões japonesas lideradas pelo misto de samurai, político e guerreiro que foi o Toyotomi Hideyoshi, que promoveu a confusão todinha porque queria conquistar a península coreana, e a Guerra da Coreia (1950-1953) que foi a que realmente afetou a cidade. Durante do período desta última, a cidade ficou nas mãos de comandos diferentes por quatro vezes e sofreu também com os conflitos entre as forças da Coreia do Norte e EUA.

Mas, a maior atração turística da cidade não foi construída lá na época que a Coreia era governada pelos reis para proteger a cidade da galerinha malvada não! Houveram uma lista de motivos, e um deles é uma mistura de história infeliz com amor pelos familiares.

Rei Jeongjo. Foto: Pinterest.
Rei Jeongjo. Foto: Pinterest.

Durante a Dinastia Joseon, o Rei Jeongjo tentou fazer que Suwon fosse a capital da nação, lá em 1796. Mas os planos do rei acabaram sem dar certo. Uma das partes desse plano era justamente a construção de um forte e uma muralha que cercaria toda a cidade, com o intuito de proteger o túmulo do Príncipe Sado, pai do Rei.

O Príncipe Sado foi executado por ordem do próprio pai, e morreu de fome! O relacionamento entre os dois não era lá muito bom e o príncipe se sentia desfavorecido por seu pai. Em 1757, as coisas pioraram quando sua mãe e sua esposa morreram praticamente um mês depois da outra. Daí o príncipe começou a apresentar sinais de transtornos psicológicos e ficou cada vez mais violento. Temendo pela segurança de seus netos, o rei ordenou que ele fosse amarrado e colocado num tipo de cesto de madeira, usado para guardar arroz num dia muito quente. O príncipe implorou por misericórdia quando tentava escapar. Ele morreu no oitavo dia de confinamento.

A construção começou no ano de 1794 e foi concluída em 1796. Yu Hyeong-Won (1622-1673)Jeong Yak-Yong (1762-1836) lideraram a construção. Foram usados blocos chamados de Seokjae e Jeondol, e detalhes como os espaços entre os blocos que foram pensados para permitir que fossem disparadas flechas e outras armas em caso de invasão. Também, foi um dos primeiros exemplos de trabalho remunerado da época.

A edificação foi severamente danificada durante a Guerra da Coreia, e mesmo depois da iniciativa de restauração em 1970 a área entre Paldalmum e Dongnamgakru, com 491 metros ainda não foi restaurada. Desde 3 de Janeiro de 1963, é considerada um dos tesouros históricos nacionais e em 1997 foi classificada como patrimônio mundial pela UNESCO. 

Depois dessa história todinha, vamos ao que tem de bom para ver e fazer!

1. Caminhar pela extensão da muralha

Suwon vista da Muralha de Hwaseong. Foto: Korea Tourism Organization.
Suwon vista da Muralha de Hwaseong. Foto: Korea Tourism Organization.

Claro! Qual seria o ponto de visitar sem dar um tour pelo forte e pela extensão da muralha? Nenhum! Então eu com certeza iria me preparar para caminhar muito. Os visitantes dizem que a vista de Suwon fica ainda mais maravilhosa quando vista da muralha!

2. Participar da programação de atividades oferecidas

Arco e flecha tradicionais. Foto: Korea Tourism Organization.
Arco e flecha tradicionais. Foto: Korea Tourism Organization.

Já pensou em aprender a forma tradicional de usar arco e flecha coreano? Pois lá você pode aprender o Gukgung e se arriscar praticando nas aulas oferecidas no Hwaseong Yeonmudae Post. Você também pode embarcar num veículo com design semelhante ao usado pelo Rei Gojong e os governantes da época e conhecer vários outros pontos turísticos do entorno.

3. Ir ao Festival Cultural Suwon Hwaseong

Parada no Festival Cultural Suwon Hwaseong. Foto: Visit Korea.
Parada no Festival Cultural Suwon Hwaseong. Foto: Visit Korea.

Recomendo ir conhecer o Forte Hwaseong e sua muralha no outono, pois é quando acontece o Festival Cultural Suwon Hwaseong! Uma programação que foca no valor histórico e tem como grandes atrações a encenação da King Jeongjo Tomb Parade, o Suwon Lantern of Love Festival e a oportunidade de experimentar como seria viver em um período da Dinastia Joeson. Quem já estiver na Coreia, ainda dá tempo! Esse ano o festival começa dia 22 e termina no dia 24 deste mês!

‘Fabi, quero conhecer mais dessa parte da história coreana! Tem mais informações?’

Tem sim! O que não faltam são informações!

Endereço:
910, Jeongjo-ro, Paldal-gu, Suwon-si, Gyeonggi-do.

Funcionamento:
Março-Outubro: 09:00-18:00
Novembro-Fevereiro: 09:00-17:00

Telefones:
1330– Atendimento ao turista.
(Disponível em Inglês, Japonês e Chinês)
+ 82-31-228-4672 (Para mais informações.)

Site:
Visit Korea (Disponível em Inglês)
Suwon Cultural Foundation (Disponível em Inglês)

Ingressos/Tickets:
Individual:  Adulto: 1,000 wons/ Adolescentes: 700 wons/ Crianças: 500 wons.
*Se você estiver vestindo um Hanbok, a entrada é de graça no Forte e no Palácio Hwaseong Haenggung também. 

*Preços das programações especiais e atividades estão no site oficial do Visit Korea.

Serviços:
Tour sobre a cultura coreana e turismo disponíveis em inglês e japonês.

Transporte:
Você encontra as várias maneiras de chegar até lá aqui.

Até o próximo KP Travel! 😉

A coluna KP TRAVEL é um oferecimento da Bluetour, a agência de viagens especializada em roteiros para a Coreia! Conheça um pouco mais das excelentes opções no site da BlueTour.


Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores orignais e não refletem necessariamente a opinião do KOREAPOST.



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