A Coreia do Sul ficou em 10o lugar entre 188 países em termos de igualdade de gênero, a maior nota entre as nações asiáticas, de acordo com ranking da Nações Unidas de 2015.


De acordo com o Gender Gap Index liberado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas no mês passado, a Coreia do Sul somou 0,067 em 2015, cerca de 13 pontos acima em comparação com o ano anterior, principalmente devido a redução da taxa mortalidade materna e gravidez adolescente.

O GGI avalia a disparidade de gênero usando medidas – saúde reprodutiva das mulheres, representação de mulheres no parlamento, e nível de educação e status econômico. Quanto mais próximo de zero for o resultado, maior a igualdade entre homens e mulheres.

A taxa de mortalidade maternal, número de mortes a cada 100.000 nascimentos, caiu de 27 para 11. O índice de gravidez na adolescência, nascimentos a cada 1.000 mulheres entre 15 e 19 anos, caiu de 2,2 para 1,6.

Na Ásia, a Coreia marcou o melhor índice, seguido de Cingapura em 11o e o Japão em 21o. Países no Norte Europeu dominaram as cinco primeiras posições, com Suíça emplacando o 1o lugar com 0,040 pontos. Os Estados Unidos ficaram em 43o, a China em 37o, o Reino Unido em 28o, Austrália em 24o e a França em 19o.

Porém, outros indicadores de disparidade entre gêneros colocou a Coreia do Sul nas últimas posições do ranking.

O Gender Gap Index lançado pelo World Economic Forum no ano de 2016 colocou a Coreia do Sul em 116o de 144 países. O país teve a pior avaliação em termos de discriminação contra mulheres no ambiente de trabalho entre os 19 membros participantes da OECD – Organization for Economic Cooperation and Development, de acordo com o índice disponibilizado mais cedo anteriormente pela revista britânica The Economist.

O UNDP revelou o índice com parte do Relatório de Desenvolvimento Humano. A Coreia do Sul ficou em 18o no mundo no índice de desenvolvimento humano geral, que avalia as conquistas em três dimensões básicas – expectativa de vida, nível de educação e padrão de vida.


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