A música pop da Coreia, Japão, Hong Kong, China e Taiwan tem se tornado incrivelmente popular ao redor do mundo. O Japão, o segundo maior mercado de música do mundo, é conhecido por sua excentricidade e vídeos musicais que entretêm, enquanto que o k-pop se aproveita da onda coreana financiada pelo governo e chega as costas culturais da grande Ásia e além.

Mas por trás dos homens lindos e de rostos perfeitos e mulheres que cantam e dançam suas batidas pop sofisticadas (muitas vezes escritas por Escandinavos, por incrível que pareça), existe um poço de escuridão e horror? Claro que sim, sempre existe.

10. Fãs Sasaeng

Fans

A veneração de ídolos do k-pop atrai milhões na Coreia do Sul e em diversos países, mas alguns fãs vão ao extremo. Fãs sasaeng, ou “fãs privados”, são de modo geral mulheres entre as idades de 13 e 22 anos, cuja obsessão por seus ídolos pop favoritos chega a níveis não muito saudáveis. Uma fã do integrante Taecyeon do 2PM enviou uma carta escrita com sangue da sua própria menstruação, dizendo: “Eu dedico a Taecyeon minha carta com sangue menstrual, juntamente com alguns pelos pubianos meus. Ok, Taecyeon, admita, você não pode viver sem mim.

Yoochung do JYJ ficou verdadeiramente assustado quando sasaengs instalaram (ou haquearam) câmeras no estacionamento do seu prédio, e postaram fotos voyeuristas de suas chegadas e partidas na internet. O grupo TVXQ parece ter sofrido da mesma atenção especial. Existem relatórios sobre fãs fanáticas copiando a chave do apartamento de um dos integrantes, obtendo e hackeando o seu celular para ver se ele havia ligado para alguma garota, procurando seu selo pessoal, a fim de registrar documentos de casamento, colocando lingerie de modo furtivo em suas mochilas, e enviando comida para sua casa, a qual o grupo que pagar. Integrantes de alguns grupos já tiveram seus quartos de hotéis arrombados e foram beijados enquanto dormiam, e seus familiares já receberam telefonemas estranhos.

Esse tipo de fãs são muito territoriais, atacam outros fãs que se atrevem a chegar muito perto ou tocar um de seus ídolos. Um relatório até expõe sasaengs deixando urina e fezes do lado de fora dos quartos de hotéis de estrelas de k-pop, “marcando seu território” de acordo com pessoas próximas. Os Sasaengs, às vezes, dedicam suas vidas inteiras a perseguir seus ídolos, chegam a deixar a escola e recorrer à prostituição para conseguir pagar serviços de táxi. Para acompanhar esses lunáticos, os taxistas dirigem em velocidades de 200 quilometros por hora para conseguir acompanhar as vans da indústria de ídolos até seus destinos.

9. Anti-fãs

Anti-Fans

Dizem que ódio e amor não são opostos, mas sim dois lados da mesma moeda. Isso é verídico no caso dos anti-fãs, que odeiam algumas estrelas de k-pop e se dispõem a agredir verbal e fisicamente tanto eles quanto seus fãs. Isso é um fenômeno antigo. Em 1999, Mi-Yeon Gan do grupo feminino Baby VOX recebeu dezenas de cartas com lâminas de barbear, e também correspondências cheias de ódio e escritas com sangue seguidas de fotografias dela com os olhos arrancados. No ano seguinte, Kye-Sang Yoon do grupo G.O.D. recebeu um drink adulterado com água sanitária e produtos químicos, infelizmente a bebida foi consumida por sua mãe, que acabou sendo hospitalizada. Esse padrão se repetiu em 2006, quando Yunho do famoso grupo TVXQ precisou passar por uma lavagem estomacal após ter consumido uma bebida adulterada com uma substância adesiva.

Um incidente organizado por anti-fãs que foi menos destrutivo, mas cômico e engraçado foi dirigido às Girl’s Generation durante o Dream Concert de 2008. Em outro momento, elas foram vítimas de rumores e ódio baseados na sua suposta arrogância. Muitos fãs das boy bands TVXQ, SS501 e Super Junior odiavam as Girl’s Generation por se aproximarem de “seus garotos”, e um motim foi organizado durante o concerto. Enquanto normalmente os espectadores dos concertos são animados e recebem os artistas com luzes coloridas e cheias de gritos no ar durante as performances, quando o Girl’s Generation subiu ao palco foram confrontadas com um mar de escuridão e silêncio da plateia. Isso ficou conhecido como o incidente do Oceano Negro.

8. Diploma do Tablo

Tablo

A onda de ódio de anti-fãs não é limitada a ataques físicos ou críticas públicas. Ataques à reputação, mesmo que infundados, podem causar um grande dano a um indivíduo no cenário musical coreano.  O maior exemplo disso é o rapper Tablo, também conhecido como Daniel Seon Woong Lee. Apesar de ser uma das figuras mais proeminentes do hip-hop coreano, ele sofreu um ataque repentino após anunciar seu noivado com a atriz Hye Jung Kang.

Uma onda recente de diplomas falsos abalou a Coreia do Sul, e um grupo de anti-fãs online apareceu, nomeado TaJinYo, um acrônimo coreano para “Queremos a Verdade sobre o Tablo”. O grupo afirmou que o diploma da Universidade de Stanford do rapper era falso. Quando Tablo liberou seu histórico da universidade para a mídia e foi confirmado em público pelo secretário Thomas Black de Stanford, os anti-fãs se voltaram para teorias de conspiração, alegando que Tablo havia roubado a identidade de outro graduado de Stanford chamado Dan Lee, um engenheiro de Wisconsin, que ficou confuso com toda a situação.

Os anti-fãs então voltaram sua raiva para a família de Tablo, acusando a mãe dele de falsificar uma medalha de ouro de uma competição internacional de cabeleireiros em 1968. (Apesar dela não ter feito, mas as notícias que afirmavam estavam erradas e ela mesma esclareceu o mal-entendido). Outros tantos telefonemas ameaçadores foram feitos para o irmão de Tablo, David, fazendo com que ele perdesse o emprego como locutor. Tablo, então, deixou sua companhia, Woolim Entertainment, após ter sido deixado na mão, com apenas um pronunciamento: “Não temos nada a declarar sobre as acusações contra Tablo sobre ele ter falsas qualificações educacionais.” A situação ficou tão intolerável que o rapper estava recebendo mensagens de ameaça no Twitter, ouvindo reclamações na rua e começou a temer pela segurança de seu filho recém-nascido.

Foi preciso um relatório investigativo do canal MBC e resultados de uma investigação da procuradoria para limpar o nome de Tablo. Os procuradores lançaram uma liminar para a prisão do líder do TaJinYo, que acabou se revelando ser um empresário coreano-americano de 57 anos de idade que vivia em Chicago. Ele recorreu sobre a liminar, alegando indignado, que calúnia não é um crime internacional. Tablo ficou traumatizado e chegou a sofrer de pânico de palco.

7. Abuso Sexual aos Trainees de K-pop

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Para muitos jovens na Coreia, se tornar uma ídolo de k-pop é um sonho. Porém, uma vez assinado o contrato com uma companhia de entretenimento, eles descobrem que existe um preço muito maior do que trabalho duro e persistência. Os trainees são negociados por corretores e são supostamente levados a bares e forçados a engajarem em relações sexuais para terem vantagem na indústria, mesmo que sejam menores de idade. Uma ex-trainee afirmou em uma entrevista que o preço normal para um “encontro” com uma trainee era de US$220, enquanto que para trainees muito novas, ou aquelas de empresas proeminentes, custava entre US$ 700 e US$ 900.

Em 2010, a cantora taiwanesa Estrella Lin afirmou que quando era uma integrante do grupo 3EP Beauties, a agência divulgava seu corpo para investidores potenciais. Ela disse que é um segredo aberto ao redor da indústria de entretenimento coreana, e é esperado de atrizes e cantoras, muitas vezes de forma forçada, oferecerem serviços sexuais para conseguirem oportunidades de avanço na carreira. Em 2002, Seok-Woo Jang, CEO da Open World Entertainment, foi preso não apenas por abusar sexualmente de trainees, mas também por encorajar os ídolos de sua companhia a fazerem o mesmo. Substâncias afrodisíacas eram dadas para as trainees, algumas das quais eram menores de idade. A Open World Entertaiment publicou um pedido de desculpas público por “causar decepção”, com uma abstenção conspícua a qualquer referência as vítimas do abuso.

6. Johnny Kitagawa

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Um ex-militar da marinha americana, nascido em Los Angeles que escolheu morar no Japão, Johnny Kitagawa é o Grand Old Man da autocracia pop japonesa. Desde que fundou sua companhia, Johnny’s Jimusho (Escritório do Johnny), em 1968, a coleção de boy bands plásticas e descartáveis tem dominado as ondas do Japão. Bandas como Kinki Kids, V6, HEY! SAY! Jump e SMAP podem não ter tido tanto reconhecimento internacional, mas foram um sucesso no Japão. Para os Johnny boys, entrar para a sua coleção significa passar por um rigoroso processo de análise por meio de trabalho pesado, com pouco direitos a royalties ou até mesmo controle sobre os nomes de suas bandas.

Johnny mantém a ilusão de diversidade por meio de artistas reserva e lançamento de álbuns por meio de diversas sub-companhias, mascarando uma rede de monopólio que orbita ao redor dele. Ele é uma das maiores forças da isolada indústria musical japonesa, a segunda maior do mundo. Johnny mantém um poder sobre publicitários, estações de televisão e redes de revista, os quais pode manipular para prevenir que contratem agências rivais e os forçar a cobrirem escândalos. Isso é o quanto é aterrorizante ser boicotado pela sua poderosa agência.

Apesar disso, a situação é ainda pior: Kitagawa sempre preferiu contratar e promover artistas que são “fáceis de lidar”, o que acaba sendo um código para possíveis de aceitar a se submeterem as suas investidas sexuais. Em 1988, Kita Koji, ex-integrante da banda Four Seasons, publicou um artigo no qual expôs e acusou Kitagawa de assédio sexual e estupro. Apesar das acusações crescentes em décadas seguintes, Kitagawa conseguiu se manter seguro da tempestade com a ajuda de processos de calúnia e a ignorância seletiva do público japonês.

5. Proibição à Relacionamentos

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Em 2013, Miname Minegishi do grupo de j-pop AKB48 raspou a cabeça em um vídeo do Youtube, em lágrimas enquanto pedia perdão. Seu crime? Ter um namorado. Agências de gerenciamento de ídolos japoneses tipicamente forçam seus artistas a assinarem um acordo de “não relacionamento”. A revista Shukan Bushun lançou fotos de Miname deixando a casa do integrante de uma banda, Alan Shiragama, com um chapéu de basebol e uma máscara cirúrgica em uma tentativa falha de esconder sua identidade. Ela foi expulsa de sua agência e induzida a proferir seu elaborado pedido de desculpas. Esses padrões morais foram cobrados apesar do fato da AKB48, a qual Miname era integrante desde os 13 anos de idade, ser reconhecida por suas músicas cheias de insinuações sexuais baseadas no conceito de amor proibido, o qual envolve a exploração sexual de menores e até incidentes horríveis e descabidos, como a da cantora Tomoni Kasai aparecendo topless em uma coleção de fotos com apenas a mão de uma criança cobrindo sua região genital, o que provocou uma investigação sobre pornografia infantil. Diante de tudo isso, expulsar as cantoras que possuem namorados, baseando-se em padrões morais, não faz nenhum sentido.

Essas regras também são misóginas, já que ídolos homens de j-pop não sofrem nem de perto os mesmos padrões. Ídolos já foram expostos por se envolverem com atrizes pornô e até de alcoolismo, nudismo e desacato à policias no parque, e estes incidentes foram registrados apenas como problemas menores suas carreiras. Ainda mais recente, em 2015, Miho Yuki e Sena Miura do grupo feminino Aoyama St. Hacha Mecha High School foram expulsos da banda pela agência após a descoberta de estarem em relacionamentos com fãs. A agência, Moving Factory, foi além e processou as jovens, seus guardiões legais, e até mesmo seus namorados, o que a final gerou algumas críticas contra tais políticas draconianas.

4. Contratos de Escravidão

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O Japão não é o único país com estipulações estritas em seus contratos de música pop. Durante anos, a Coreia tem sido notória por seus “contratos de escravidão”, assinados entre grandes empresas e seus artistas. Estes contratos forçam indivíduos a ficarem em uma certa empresa por anos a fio, até 13 anos em alguns casos. O pensamento por de trás dos contratos é garantir que a empresa de entretenimento consiga de volta o custo de investimento e treinamento de seus artistas, incluindo custos de treinadores vocais, coreógrafos, estilistas, maquiadores, acomodação, despesas diárias e pagamento de funcionários. Os contratos também estipulam longas e intensas horas de trabalho, ao contrário das estrelas ocidentais preguiçosas e não disciplinadas. Isso é justificado como um modo de garantir que apenas aqueles que “realmente desejam” sigam em frente.

A SM Entertainment, uma das maiores empresas de música da Coreia, tem tido uma série de desafios jurídicos sobre suas políticas contratuais. Em 2009, o ex-integrante do Super Junior, Han Geng alegou que a companhia o forçava a coisas que não queria sob a ameaça de multas se ele desobedecesse e até negou licença saúde quando ele desenvolveu gastrite e problemas renais. No mesmo ano, os integrantes do JYJ, que eram parte do quinteto TVXQ, alegaram que seus contratos de 13 anos eram, na prática, contratos de escravidão, enquanto que lucros eram repartidos de modo injusto e eles trabalhavam até os seus limites físicos com apenas quatro horas de sono por noite.

Estas disputas foram resolvidas, mas em 2012, o líder do EXO-M, Kris entrou com um processo para anular seu contrato devido a negligência da empresa em ouvir suas opiniões e cuidar de sua saúde: “A companhia tem me tratado como uma parte de uma máquina ou como objeto de controle, ao invés de apresentar uma visão como um artista.” Em 2009, A Comissão de Livre Comércio da Coreia introduziu contratos padrões, significando que não poderiam exceder sete anos extensão. No entanto, os problemas persistiram, com os lucros permanecendo apenas nas mãos das agências e os artistas forçados a pagarem multas exorbitantes para terminarem os contratos.

3. Racismo

Apesar da influência artística e estilística da cultura afro-americana na música pop da Coreia e do Japão, ambos países têm repetidamente tido problemas com brincadeiras racistas. Cantores de pop e apresentadores aparecendo com rostos pintados de preto é a brincadeira básica nos variety shows nos dois países.

Em 2012, o compositor de k-pop Jenny Hyun postou no Twitter uma crítica em resposta ao tweet de Floyd Mayweather: “Jeremy Lin é um ótimo jogador, mas todo esse espanto é porque ele é asiático. Jogadores negros fazem o mesmo todas as noites e não recebem os mesmos elogios”. As respostas insanas de Jenny comparavam as pessoas negras a “primatas sub-humanos não graciosos” e “câncer”, além de também pedir por uma erradicação da raça negra.

Racismo contra outros asiáticos também é comum. Em 2010, três integrantes do grupo feminino de j-pop Morning Musume postaram fotos de si mesmas deliberadamente puxando os olhos, com a legenda: “Quem é? Um coreano”. Morning Musume é gerenciada pela mesma agência da °C-ute, a qual apareceu em um programa noturno da Tokyo TV comentando que Adolf Hitler havia sido uma das “Maiores Figuras da História”, referindo-se a ele como “Tio Hitler” e desenhando uma caricatura carinhosa do ditador assassino.

Enquanto isso na Coreia, o racismo para com cantores chineses que crescem no mundo k-pop é frequente. A Fei do Miss A sofreu uma experiência durante seu debut: “Me perguntaram ‘Você toma banho apenas uma vez por semana?’ Foi realmente humilhante. Eu disse ‘Eu tomo banho todo dia. Você acha que chineses não tomam banho?’ Mas isso é o que pensavam. Eu conseguia não acreditar.

2. Fábricas de Treinamento

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Algumas estrelas de k-pop são recrutadas ainda muito novas por agências de talento, cujo trabalho é procurar por crianças atraentes. Outros são recrutados por meio de testes, tanto na Coreia quanto no exterior. Alguns programas de TV são especializados nisso, como Superstar K, uma competição de canto na televisão para a qual 4% da população sul coreana se inscreveu em 2012.

Independente do modo como ingressam, o próximo passo é um programa de treinamento quase militar, primeiro desenvolvido por Johnny Kitagawa em 1980 e depois aperfeiçoado pela máquina de k-pop. É um período muito extenuante, que chega a durar anos, durante os quais trainees aprimoram suas habilidades e aguardam desesperados pelo anúncio de suas estreias.

De acordo com uma mulher de Cingapura, que foi escolhida por uma audição em massa de uma firma de recrutamento de talentos coreana, trainees devem treinar 14 horas por dia para praticarem  dança, natação e canto. O café-da-manhã é limitado a biscoitos com baixo teor de gordura, bananas e alface. Peito de frango e salada são servido no jantar, e o consumo de água não é permitido após às 7 horas da noite para prevenir “inchaços”. Trainees são acompanhados ao banheiro por um aconselhador e devem usar óculos de sol toda hora. Uma parte do processo para se tornar uma estrela do k-pop são extensas cirurgias plásticas, o que é tão comum na indústria do k-pop que existe um site documentando o antes e depois de procedimentos cirúrgicos de ídolos.

1. Edison Chen

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Justo quando você achava que esta lista apenas envolvia Coreia e Japão, agora nos voltamos para Hong Kong. Escândalos sexuais são levados à sério no mundo asiático de música pop, o qual é bastante conservador, mas em geral, não não são tão sérios. A história da carreira de libertinagem de Edison Chen pode ser uma exceção.

Em 2008, o ídolo pop de Hong Kong levou seu laptop para reparo, e o técnico descobriu fotos sexuais de Edison com várias estrelas de pop e atores. As fotos foram postadas por meio de phased rollout em portais de notícias em Hong Kong, Taiwan e China por um usuário misterioso com o pseudônimo de Kira, em referência ao anime japonês Death Note. Kira provocou a polícia de Hong Kong, mesmo com oito pessoas sendo presas por suposto envolvimento com a liberação das fotos.

O resultado do escândalo foi uma loucura total e a ruína da vida e reputações das muitas mulheres envolvidas. Bobo Chan perdeu contratos midiáticos, propaganda de produtos e seu noivado, depois fugiu para os Estados Unidos e deixou o mundo do entretenimento de vez. A atriz Gillian Chung optou pelo suicídio. Por parte de Edison Chen, este pediu desculpas, deixou os negócios por um tempo e fugiu para a America do Norte.

Ele apenas retornou a Hong Kong para atuar como testemunha, após garantir proteção policial por 24 horas, seu carro foi protegido com uma falange de oficiais uniformizados para afasta-lo da imprensa e pessoas dispostas a fazerem justiça. Após Edison fazer uma aparição pública em Cingapura em 2009, as estações de TV a cabo de Hong Kong receberam uma bala dourada e uma carta em inglês alertando Edison a não aparecer em público após o dia 4 de abril, dizendo: “Esperamos que Edison Chen leve este aviso à sério, senão sua segurança pessoal estará  ameaçada.

Eventualmente, ele retornou, mas não pareceu aprender muito com a experiência. Em 2011, foi novamente envolvido em outro escândalo de fotos sexuais, desta vez com uma modelo de 16 anos de idade, Cammi Tse. As fotos de Edison Chen, 31 anos, abraçando e beijando a jovem foram postadas online, junto com mensagens de texto nas quais Edison pedia que Cammi posasse para fotos usando apenas biquínis e seu uniforme escolar. Cammi Tse depois alegou que perdeu sua virgindade com Edison enquanto ele filmava o ato e então ele a dispensou por meio de uma conferência de imprensa após o vazamento das fotos.

Disclaimer: O Koreapost informa que este texto é uma tradução do site List Verse e que não tem acesso a veracidade das informações, porém alguns dos casos abordados neste texto são de domínio publico.


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2 COMENTÁRIOS

  1. Parte meu coração ver a podridão da indústria do entretenimento. Que é um mundo cruel por aqui no ocidente já achava ruim o suficiente, mas cada vez mais me choco com o nível absurdo que chega no pop asiático. Até nos dramas, que com certeza minimizam ao máximo a situação, dá para ver que os contratos e as práticas em relação aos artistas são no mínimo abusivas.
    Ok, em comparação com a grande maioria de astros ocidentais que são excelentes maus exemplos em relação a escândalos sexuais, alcoolismo, drogas e outras ilegalidades o sistema deles pode aparentar funcionar, mas é só olhar para a taxa de suicídios por lá que já põe essa questão bem à vista.
    O que acho terrível nessas crueldades dentro da indústria é que somos todos coniventes. Nós[eu mesma, dorameira] consumimos o entretenimento que esses artistas estão dando sua vida, saúde e alma para produzir. Não me parece nem um pouco justo.

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