Agentes na Coreia do Sul baniram o abate de cães no maior mercado de carnes do país.

Um acordo entre a cidade de Seongnam e a associação de fornecedores em Moran determinou que as instalações de abate fossem removidas até meados de 20 de dezembro, segundo o jornal the Korea Herald. Os 22 fornecedores de carne de cachorro do mercado, os quais vendem qualquer coisa desde antiguidades até animais vivos aos milhões de residentes da cidade, receberão apoio financeiro para permitir que mudem para diferentes linhas de negócios.

Protestos contra o abate de cães. Foto: Express.co.uk
Protestos contra o abate de cães.
Foto: Express.co.uk

Dizendo que a mudança é para o bem estar animal e da reputação da cidade e da Coreia do Sul como um todo, o prefeito de Seongnam, Lee Jae-myung citou Gandhi: A cidade de Seongnam vai tomar a iniciativa de transformar a imagem da Coreia do Sul já que “a grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados”, completou ele.

O pefeito de Seongnam, Lee Jae-myung.
O pefeito de Seongnam, Lee Jae-myung.

Mesmo tendo celebrado a mudança, a Associação Coreana do Bem Estar Animal está preocupada de que a lei possa não ser totalmente implementada. “Teremos que monitorar constantemente lojas de carne de cachorro no mercado para ver se realmente pararam com o abate de cães, e o governo da cidade também precisa continuar fortalecendo a ideia para finalmente banir a venda de carne de cachorro por aqui“, disse o agente da associação Jang In-young.

"Cães sentem dor igual humanos" em Seongnam mercado de Moran tem sido alvo de protestos de direitos animais.
“Cães sentem dor igual humanos”. Em Seongnam, o mercado de Moran tem sido alvo de protestos de direitos animais.

O MerCão de Moran fornece um terço da carne de cachorro consumida na Coreia do Sul e moradores e grupos contra o maltrato de animais vinham reclamando de cães sendo mortos por lá, na maioria das vezes com o uso de métodos brutais. Mesmo alguns ainda vendo a carne de cachorro como parte da culinária tradicional coreana, o consumo caiu proeminentemente há alguns anos, no mesmo período em que houve um grande aumento na posse de animais de estimação no país.


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