Cerca de 11.000 estrangeiros, que entraram inicialmente na Coreia do Sul como estudantes, continuaram no pais de forma ilegal após ultrapassar o tempo de seus vistos, segundo dados divulgados pelo governo.

O relatório, divulgado pelo deputado Kim Hae-young, do Partido Democrata, mostrou que o número de pessoas nestas condições aumentou para 97,7% desde 2016. O numero subiu de 5.652 para 11.176.

A maioria destes estudantes, cerca de 20%, vive em Seul, enquanto 14,5% vivem na província de Gyeonggi. Os da província de Gyeongsang do Norte representam 7,5% do total, enquanto os da Província de Jeolla do Norte e de Busan representam 5,9% e 3,6%, respectivamente.

De acordo com um relatório de 2017 do Ministério da Educação, 123.858 estudantes estrangeiros frequentavam instituições de educação secundarias coreanas no ano passado.

Cerca de 55,1% eram da China, seguidos pelo Vietnã (11,8%) e Mongólia (4,3%). Há também estudantes do Japão, dos EUA, Sri Lanka e Uzbequistão.

De todos os estudantes internacionais da Coreia, no ano passado, 89% financiavam sua própria educação. Segundo o relatório, eles pagam mais do que os cidadãos coreanos.

Um total de 842 alunos estavam estudando com bolsas de estudo obtidas em seus países de origem, enquanto 3.175 foram convidados a estudar pelo governo coreano. Cerca de 7.700 estavam com algum tipo de bolsa universitária.

Muitas universidades (coreanas) buscam por estudantes internacionais, já que o número de estudantes coreanos continua caindo (devido à baixa taxa de natalidade)”, disse o deputado Kim. “Mas ainda existe a necessidade de introduzir programas de apoio a estudantes internacionais depois que eles se formam na Coreia.


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