Com a paternidade entre os pais que trabalham no setor público em ascensão, a licença de assistência à criança (como é chama da licença maternidade/paternidade na Coreia) não é mais de domínio exclusivo das servidoras públicas femininas.

De acordo com estatísticas recentes, mais de 20 por cento dos trabalhadores do governo central que pegaram licença de assistência à criança foram pais, com aumentos também observados para funcionários de governos locais e escritórios regionais de educação.

A Licença De Assistência À Criança Da Coréia Do Sul Se Aplica A Mães E Pais, Com Crianças Com Menos De Oito Anos De Idade. (Imagem: Kobiz Media)
A licença de assistência à criança da coréia do sul se aplica a mães e pais, com crianças com menos de oito anos de idade. (imagem: kobiz media)

A licença de assistência à criança da Coreia do Sul se aplica a mães e pais com crianças com menos de oito anos de idade.

Embora restrita àqueles que trabalham no setor público, a tendência recente ainda mostra que o cuidado com a criança não é mais um trabalho feminino em meio a crescentes famílias de renda dupla.

O Ministério da Gestão de Pessoal diz que o número de servidores públicos do sexo masculino à se beneficiarem da licença, que trabalham nos 43 departamentos do governo central, tem aumentado constantemente. Os números do ano passado mostram, que dois em cada dez trabalhadores em licença de assistência à criança são do sexo masculino.

Os números cresceram desde 2013, quando a licença paternidade representou pouco mais de 13 por cento, e experimentou outro ligeiro aumento no ano seguinte, atingindo 14,4 por cento.

Em 2015, o número subiu para 15,8 por cento antes de atingir um recorde de 20 por cento no ano passado.

O recente salto no número de pais na licença paternidade em parte foi graças às reformas da lei do funcionário público, promulgadas em 2015, que possibilitaram que os funcionários do sexo masculino tenham o beneficio de assistência à criança por até três anos.

No entanto, não são muitos os pais que ficam afastados do trabalho por mais de um ano.

“Quando você pega licença de assistência à criança por mais de um ano, é difícil se adaptar ao ritmo das coisas quando você volta ao trabalho. Como também pode ter um impacto negativo nas futuras promoções, a maioria dos pais não fica na licença paternidade por mais de um ano”, disse um funcionário do governo local.

Uma tendência semelhante foi observada entre aqueles na área de administração educacional e assuntos governamentais. Os números do ano passado mostram que quase 10% daqueles que tiveram licença de assistência à criança eram do sexo masculino.

Com A Paternidade Entre Os Pais Que Trabalham No Setor Público Em Ascensão, A Licença De Assistência À Criança Não É Mais De Domínio Exclusivo Das Servidoras Públicas Femininas. (Imagem: Yonhap)
Com a paternidade entre os pais que trabalham no setor público em ascensão, a licença de assistência à criança não é mais de domínio exclusivo das servidoras públicas femininas. (imagem: yonhap)

No entanto, a mesma tendência não se aplicava aos que trabalham nos departamentos do governo central, já que os governos locais não são tão encorajados a usar a licença paternidade.

As estatísticas mostram que o número de trabalhadores masculinos que pegaram licença paternidade nos governos locais aumentou apenas 3 por cento entre 2014 e 2016.


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