Já que a minha estreia nesta coluna acontece dia 09 de março, um dia depois do Dia Internacional da Mulher (08/03) que seja falando sobre o poder feminino não é verdade?! A lista de dramas nesse conceito é enorme, mas hoje eu quis trazer um dos mais atuais e questionáveis.

Um drama com mulheres fortes, um bar clandestino, amizades, traições e um pouquinho de romance, não faz mal há ninguém. Assim que o drama XX foi anunciado, sua sinopse já me deixou com um tantinho de raiva – “sua melhor amiga que a traíra no passado” – do nada meu lado justiceira já chegou desejando o mal dessa certa “amiga”.

O Bar XX

XX, é também o nome dado ao bar onde trabalham Na Na (Ahn Hee-yeonuma, integrante do grupo EXID) barmaid muito famosa, mas que mantém discrição sobre sua popularidade, e o lindo, doce e gentil Park Dan-hee que largou sua carreira de atleta para trabalhar lá (o motivo? Tem que assistir pra saber ué, rsrsrs).

O único desejo da Na Na é tornar-se proprietária do bar. Sendo assim, ela trabalha pra juntar uma grana enquanto cuida de cada detalhe do local.

Bons profissionais, drinks personalizados, música de qualidade e privacidade são o que torna o bar um sucesso entre aqueles que sabem sobre sua existência. O que desperta o desejo da Lee Roo-mi (Hwang Seung-eon) em conhecer “o tal profissional” por detrás desse sucesso.

Quem é Lee Roo-mi? CEO do bar mais famoso no ramo, a NUMBER A. Rica, linda, elegante, afrontosa e EX MELHOR AMIGA da Na Na.

À partir desse encontro, momentos do passado das duas começam a vir a tona. Na Na, que na faculdade namorava Jeong Gyu-min (Kim Joon-kyung), se vê traída pelos dois (e o ranço vem com força).

Nesse momento vocês devem estar se questionando como um drama que fala sobre traições entre duas amigas foi o meu escolhido para esse dia. Segue lendo que vocês vão entender melhor 😉

Com um convite meio que duvidoso, Lee Roo-mi tenta se reaproximar da Na Na…

Trabalhar juntas?… Never!! O convite é rejeitado na hora com um drink nomeado especialmente para a sua ex BFF, “Adios Bitch” que na minha opinião estava amargo demais rsrsrsrs.

Como já contei que a Lee Roo-mi é rica e dinheiro não leva desaforo pra casa, né? Então,  ela muda a estratégia, compra o bar e chama a Na Na para ser sua sócia. Na Na tadinha, se vê obrigada a aceitar o convite e eu no lugar dela faria o mesmo, não é fácil idealizar e batalhar por um sonho durante anos e simplesmente um dia abrir mão dele.

Entre conversas atuais dos personagens, cenas do ocorrido no passado são reveladas para o público, e assim começamos a entender melhor o “fura olho” que a Na Na tomou. Começamos também a nos questionar sobre quem errou menos, ou não deveria ter errado com ela.

Somente quando essas cenas são reveladas (da traição) a gente começa a perceber que estava julgando somente a ex amiga e não o namorado (vacilão) da Na Na, o que acontece muito hoje em dia, é tipo… O cara errou, mas a mulher foi quem traiu!

Lee Roo-mi também é uma mulher forte, mesmo sendo de família rica, batalha em busca do seu sucesso profissional. E mesmo sendo uma mulher poderosa ela não conseguiu fugir da “lei do retorno”, sim caros leitores, ela chega pra todos. Somente com ajuda da Na Na, Lee Roo-mi consegue se libertar das situações opressoras que vem sofrendo.

O intuito do de trazer o drama foi esse, como uma mulher magoada no passado, por sua amiga, pode ajudá-la a se erguer agora? SORORIDADE.

O ponto mais importante do drama pra mim é esse, o poder feminino, a empatia e o afeto demonstrado pelas duas me fez perceber que assistia ao drama com os olhos machistas! Tenho certeza que após assistir, vocês, assim como eu, vão querer praticar mais a tão falada SORORIDADE.

O drama traz também romance acompanhado de uma trilha sonora envolvente, conselhos de bons amigos e uma nova definição de “jogar o lixo fora”.

Com apenas 5 episódios de 50 minutos cada, dá pra maratonar em um dia (foi o que eu fiz).

Então essa é minha primeira resenha aqui no site, quero muito trazer outras pra vocês, espero muito que tenham gostado!


Disclaimer: As opiniões expressas em matérias traduzidas ou em colunas específicas pertencem aos autores orignais e não refletem necessariamente a opinião do KOREAPOST.



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