Jung Eunji, via @Apink_2011

A vocalista do grupo Apink falou sobre seu primeiro álbum solo, “Hyehwa”.

Muito antes de começar a sua carreira no Kpop em 2011, a música era muito mais do que apenas um hobby ou algo no qual Eunji era boa.

Em entrevista para o The Korea Herald na sede de sua gravadora, ela confessa que a música sempre foi uma fonte de cura e estabilidade para ela. Na infância e adolescência, ela cantava músicas como “Shout Myself”, de Maya, sempre que se sentia deprimida e “My Son”, de Kim Gun-mo, quando seus pais se opuseram ao sonho de se tornar cantora.

 

É o mesmo efeito que ela espera provocar nos outros ao compartilhar sua voz suave com o seu terceiro EP auto-produzido “Hyehwa”

Jung Eun-ji (Plan A Entertainment)
Jung Eun-ji (Plan A Entertainment)

“O tema geral do meu CD é ‘compaixão’. Comecei a produzir o álbum refletindo sobre mim mesma, já que eu costumava cantar sempre que precisava de conforto”. Disse Jung para o The Korea Herald em Seoul.

Tendo estreado como cantora solo em abril de 2016, o novo álbum da vocalista do grupo Apink foi significativo já que ela participou do processo de escrita, composição e até mesmo produção de todas as músicas do CD. De acordo com Jung, todas as 8 faixas do álbum foram produzidas de maneira tranquila, com músicas lentas que colocam sua voz emotiva em evidência.

A evocativa e nostálgica faixa principal “Being There” é uma música sobre saudade, e sua causa podendo ser qualquer coisa, como a família, os animais de estimação, a cidade natal, e a infância, explicou a cantora.

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“A música surgiu inicialmente da ideia de sentir saudades da família e era uma música para aqueles que estão vivendo longe dela. Mas eu acabei percebendo que com a vida agitada todo mundo acaba tendo essa mesma sensação. Espero que as pessoas possam voltar a olhar para o que elas estão sentindo falta depois de ouvir essa música ”, disse ela.

As outras músicas do álbum também refletem a criatividade e sensitividade de Jung. “Box” é sobre se libertar das barreiras que nos restringem e “Secretary Kim”, inspirada pelo drama “What’s Wrong with Secretary Kim”, aborda as dificuldades da vida em um escritório.

Mesmo já tendo lançado dois álbuns, a cantora e compositora disse que escrever as letras para todo o cd foi um desafio. Mas Eunji, agora em seus 20 e poucos anos, disse que já aprendeu muito sobre o poder da autorreflexão e cooperação no processo de produção.

“Enquanto produzia o CD, percebi quão importante é ter cooperação. E depois de penar com a escrita das letras fiquei me perguntando ‘Por que não li mais livros?’” disse Eunji.

A cantora veterana também compartilhou como mudou e amadureceu ao longo do tempo.

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“No começo, eu sempre era arrastada pelas pessoas e caia no sono, cochilava até durante entrevistas. Mas agora eu sinto que posso seguir o meu próprio caminho, contar as minhas próprias histórias, e me sinto orgulhosa por isso.” Disse Jung refletindo sobre o começo de sua carreira.

A versátil Eunji, que levou sua carreira também para os campos da atuação televisiva e dos teatros de musicais, disse que gosta de se manter ocupada. Ela, que ficou conhecida com sua estreia como atriz no drama “Reply 1997”, diz que espera aprimorar seu talento como atriz, e acrescentou que ultimamente tem achado sua atuação melhor do que antes.

“Meu objetivo é trabalhar e cantar até que eu tenha 80 anos, enquanto continuo crescendo como uma cantora e compositora” afirmou ela.

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Eunji encerrou seus shows solos “Hyehwa Station” nos dias 13 e 14 de Outubro na Yonsei University, Seoul.


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