A Coreia do Sul abrirá um órgão estatal para ajudar as vítimas de crimes sexuais em uma tentativa de auxiliá-las no processo de notificação à polícia.

O Ministério da Igualdade de Gênero e Família relatou o plano em uma reunião de ministros do governo encarregados de assuntos sociais, realizada no dia 27/09.

Em meio a uma série de revelações “Me Too” no ano passado, o governo criou centros de assistência para cada setor ocupacional, para que as vítimas de crimes sexuais pudessem relatar mais rapidamente suas queixas à polícia.

Desde então, o governo vem desenvolvendo medidas para criar um órgão governamental mais eficaz para lidar com casos de crimes sexuais.

Sob o plano atualizado, o novo centro, provisoriamente chamado de “centro de assistência para erradicação de assédio sexual e violência“, atenderá vítimas de crimes sexuais de todas as esferas, fornecendo uma variedade de serviços, desde aconselhamento até notificação policial incluindo medidas de proteção durante e depois que uma ação legal for tomada.

No caso de solicitação de uma organização afetada, o centro também enviará uma equipe de especialistas para ajudar a organização no processamento de um caso de violência sexual para proteger as vítimas de danos secundários, que geralmente ocorrem em um caso de crime sexual.

Em uma medida relacionada, o ministério também reformulará as regulamentações relacionadas à violência sexual, exigindo que as instituições estatais denunciem ao ministério quaisquer casos de abuso sexual e gerencie uma equipe especial para lidar com a violência sexual dentro das escolas.

A medida também inclui a promulgação de uma lei sobre a proteção dos direitos e status dos artistas, com o objetivo de lidar com mais eficácia nos casos de violência sexual entre artistas.

O Ministério da Igualdade de Gênero e Família intensificará o sistema para proteger as vítimas de abuso sexual, para que possam notificar (a polícia) sem medo de danos secundários“, disse o ministro Lee Jung-ok.


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