Para as crianças que nascem e crescem no exterior, não é fácil aprender a língua coreana porque estudam e convivem com as pessoas locais. E existem pessoas que estão lutando para solucionar esse problema. Estão se esforçando para que as crianças coreanas não esqueçam o idioma.

A Associação das Escolas de Língua Coreana da América Latina (Presidente Kim Seong Min) patrocinou e organizou o “11º Seminário das Escolas de Língua Coreana da América Latina”, que foi realizado no último dia 25, no Resort Santa Teresa.

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Com o tema “Professores e ensinamentos eficientes para a globalização”, teve a participação mais de 120 pessoas, entre eles os professores e funcionários do Brasil, Paraguai, Chile, Uruguai, Bolívia, Argentina, Peru. “Mesmo que ninguém reconheça, é o nosso dever ensinar o hangul aos nossos filhos.”, disse o presidente Kim Seong Min, da Associação das Escolas de Língua Coreana da América Latina, e “Vivendo longe de sua terra natal, em uma terra estrangeira, no meio das difíceis condições, considero os senhores os verdadeiros patriotas, preservando e ensinando a nossa língua até para os nativos.”, completou.

E o diretor Oh Sok Jin, do Centro da Educação Coreana de São Paulo, “Estou muito feliz por conhecer os senhores professores, que com muito amor e paixão, serviço e dedicação, que se esforçam para dar continuidade da identidade nacional, através da educação.” e “Baseado no amor à pátria, sacrifícios, trabalhos, estamos colhendo a semente que plantaram.”, disse.

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“No Brasil, Recife, Vitória, Curitiba, Campo Grande, Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, Campinas, São Paulo, estão estabelecidas 30 escolas, onde aproximadamente 2000 alunos, aprendem o hangul.”, disse o presidente Kim Seong Min.

“A leitura, escrita e a fala, são as formas de expressão, mas devem notar que a cultura está profundamente associada. As novelas e músicas foram apresentadas para os jovens como hallyu, mas precisamos admitir que não foi divulgado corretamente”, disse o diretor Oh Sok Jin. “Há um limite em ensinar o hangul, se não passarmos a rigidez da educação coreana.

“Os professores sempre deverão estudar e se esforçar para inovar os métodos de ensinamento”, disse Diretor Oh Sok Jin. Além disso, “Com o papel de educador, esse é o tempo dos professores desenvolverem habilidades profissionais. Para promover a cooperação e a coordenação, a participação em seminários e a troca de informações, são as networks essenciais”, completou.

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Dois convidados especiais que vieram da Coreia, o professor Hong Yun Gi da Universidade de Kyung Hee e a professora Lee Myung Bun da Universidade de Kyung In, realizaram as palestras cheia de profissionalismo. O pastor Breno falou dos pontos difíceis e deu dicas sobre aprender o idioma coreano, e o diretor Oh Sok Jin informou sobre os métodos de ensino do Topik.

Além disso, falou sobre a reestruturação a utilização dos materiais de cada nível de educação e ensino, ainda discutiu sobre os problemas e soluções do Topik, e deu dicas de várias formas interessantes de ensinar.

E no último dia, o presidente Kim Seong Min, distribuiu alguns troféus de mérito e o seminário deu fim com a visita à Hyundai Motors em Piracicaba.


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1 COMENTÁRIO

  1. Adorei a iniciativa. Esse trabalho é super importante não só para o aprendizado da língua, mas para que as pessoas possam adquirir ou entender sua identidade. Apenas uma correção: o plural de troféu é “troféus”.

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